sexta-feira, 3 de abril de 2020

A PRÓXIMA PANDEMIA TAMBÉM VIRÁ DA CHINA. E NÃO DEVE DEMORAR MUITO



Reúna centenas de animais Silvestre num só lugar. Coloque outras centenas de pessoas ao redor. Faça com que essas pessoas comprem os animais ainda vivos, ou mortos na hora da comercialização. Prepare a carne ainda fresca, sem congelá-la, e sirva mal passada Pronto: Você tem a receita completa pra disseminar vírus.
A pandemia do coronavírus teve origem na China, assim como foi lá que surgiu a Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars), no inicio do milênio. No futuro, outras epidemias também surgiram no país asiático. E a explicação é simples: os mercados chineses onde animais silvestres são comercializados funcionam como um verdadeiro caldeirão.  “Como os animais ficam concentrados e são vendidos vivos, os vírus consegue se espalhar com mais facilidade”, explica o biomédico especializado em virologia Jaime Henrique Amorim, professor da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB) que neste momento trabalha na instalação de um laboratório de diagnóstico molecular.           
Acontece que os vírus sofrem mutações o tempo todo. No momento em que uma leva dele se altera a ponto de conseguir habitar o organismo humano, ele tem a sua volta uma série de oportunidades para migrar. “Essas mutações acontecem no ambiente natural dos animais, mas ali o vírus não tem contato direto com pessoas, que permitiriam que ele mudasse de habitat “, diz o pesquisador.
É por isso, diz, ele, que os coronavírus que habitam morcegos e status brasileiros não encontram a mesma facilidade para disseminar uma epidemia, como acontece na China. “Não os criamos em grandes quantidades, nem temos um contato tão próximo com eles”. E principalmente não temos o hábito de nos alimentar deles em grandes quantidades.
“Os tratadores dos animais e os vendedores já podem pegar o vírus.  Na casa dos consumidores, eles podem passar para as pessoas durante o preparo ou na ingestão. Ao entrar em contato com a boca, saltam para o sistema respiratório”, explica o professor da UFOB.
Diante da alta densidade populacional das cidades chinesas no entorno desses mercados, esses vírus que se adaptaram aos humanos entram as condições ideais para se propagar rapidamente. Como a china é hoje altamente aberto ao mundo, é questão de semanas até que portadores de novos vírus viagem para todos cantos do planeta. “Poderíamos tranquilamente rebatizar a pandemia de coronavírus  chinês“, afirma o pesquisador.

HABITO ANTIGO

Os mercados onde os animais silvestres são comercializados sustentam tradições de décadas – mais especificamente, desde de a grande crise de abastecimento provocada pelo regime de Mato Tsé Tung, que matou de fome 45 milhões de pessoas entre 1958 e 1962 e levou milhares de pessoas a recorrer à carne de qualquer tipo de ser vivo para se alimentar.
Ainda hoje, aproximadamente metade da população do país ingere, mesmo que ocasionalmente, animais silvestres ou tem contato com eles porque compartilham de antigas crenças a respeito do poder medicinal de alguns desses animais. As escamas do Pangolim, por exemplo, seriam eficazes para curar febre. Esse mamífero, em especial, é tão disputado nos mercados chineses que corre o risco de entrar em extinção. Ele é o maior suspeito, nesse momento, de ter transmitido o Covid-19 para humanos. O pangolim possivelmente atuou como intermediário, infectado por algum dos mais de 200 tipos de vírus que os morcegos carregam consigo.
Há décadas o governo chinês afirma tentar impedir a prática. Em alguns locais, como Pequim, a ação foi bem sucedida. Em outros, como Guangzhou e Wuhan, os mercados continuam funcionando. “Esses mercados fazem parte da cultura chinesa, mesmo que o governo proíba essas atividades continuam acontecendo”, explica Jaime Henrique Amorim. “São hábitos ligados a períodos de crise, guerras, fome. Eles também comem insetos, por exemplo. E não vão parar”.
O que fazer, então? “Agir com mais transparência”, diz o professor. “Se o governo chinês tivesse informado os outros países assim que identificou a epidemia, eles teriam mais tempo para se preparar. E o tempo, nessas situações, faz toda a diferença”.
Além disso, diz o professor, os países ocidentais precisam se preparar melhor para essas situações – afinal, essa pandemia vai acabar, mas outras virão, certamente. “Outros países asiáticos, como a Coreia do Sul, já lidaram com a Sars e desenvolveram procedimentos padronizados para situações como essa. Nós no Brasil temos agora a oportunidade de aprender com a experiência, e nos prepararmos melhor para próxima pandemia”

https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/proxima-pandemia-china/

Dono da Madero demite mais de 600 funcionários


A rede de restaurantes Madero demitiu, nesta quarta-feira, 1.º, mais de 600 funcionários, confirmou o empresário Junior Durski, controlador da empresa, ao Estadão. Segundo ele, as demissões se concentraram em equipes voltadas aos projetos de expansão da rede, que previa abrir mais 65 unidades ainda em 2020. A crise do coronavírus deverá cancelar a maior parte dessas inaugurações.
Em vídeo divulgado na semana passada, no entanto, o empresário havia afirmado que manteria o emprego dos 8 mil funcionários que a rede tinha antes dos cortes realizados nesta quarta-feira. Ele havia afirmado que tinha caixa para passar até seis meses com as portas fechadas.
Fontes de mercado haviam dito à reportagem que o total de demissões seria maior, de cerca de 2 mil, mas Durski negou essa informação. “Não sabemos quanto tempo vai durar esse período de lojas fechadas – se vai ser mais um mês ou dois”, disse Durski à reportagem. “Tínhamos 8 mil funcionários (antes da decisão de realizar essas demissões). Fizemos isso para preservar os demais colaboradores.”
Entre as áreas afetadas pelas demissões, segundo Durski, estão a de engenharia – responsável pela execução de projetos dos novos restaurantes – e a de arquitetura, que tem profissionais dedicados a adaptar o lay-out do Madero às especificidades de espaço de cada nova loja. Nessas duas áreas foram demitidas cerca de 15 pessoas, entre executivos, engenheiros e arquitetos.
A maior parte dos trabalhadores demitidos, segundo Durski, se encontrava em período de treinamento. Eram pessoas que haviam sido recentemente contratadas e estavam sendo treinadas em restaurantes já em funcionamento. Elas, posteriormente, seriam alocadas para funções de atendimento, cozinha e limpeza nas unidades que a empresa ainda abriria.
Um dos empresários com a imagem mais ligada ao presidente Jair Bolsonaro, o dono do Madero causou polêmica ao defender, nas redes sociais, o fim do isolamento social recomendado pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O presidente da República, nas últimas semanas, deu várias declarações favoráveis ao fim do isolamento social, citando danos à O Madero, antes do início da crise do coronavírus, em março, se preparava para uma abertura de capital nos Estados Unidos, inclusive com a contratação de bancos para esse fim. Entre os sócios da companhia estão o apresentador Luciano Huck e o fundo de private equity (que compra participações em empresas) Carlyle. O fundo pagou mais de R$ 700 milhões por uma fatia de pouco mais de 20% da rede no ano passado.
Com a crise do coronavírus, que tem mantido os restaurantes fechados, Durski disse ainda que pretende cortar fortemente a previsão de expansão para este ano. Dos 65 restaurantes previstos, apenas 20 deverão ser abertos, disse.

O uso de máscaras deve ser considerada por todos



Uma coisa é faltar máscaras para profissionais de saúde e para doentes — essa é uma duríssima realidade em muitos países, inclusive o Brasil. E, entendo, a falta de um recurso essencial na arena de luta contra o coronavírus até justificaria todo um movimento para desincentivar as pessoas a estocarem o acessório como quem esvazia latarias nas gôndolas dos supermercados em puro desespero ou, vá lá, egoísmo. Outra coisa muito diferente, porém, é pensar que máscaras não têm serventia para quem não apresenta sintomas. Aviso: se qualquer criatura buscar um único trabalho com aval da ciência afirmando o disparate não o encontrará. Simplesmente não existe.
E mais: parece que não dá mesmo para sair por aí de boca e nariz descobertos. Esse pode ser um terrível equívoco, como afirmam diversos artigos assinados por pesquisadores sérios, um deles publicado há três dias na revista americana Science, em que médicos chineses na linha de frente do combate à covid 19 apontam em coro que a população em geral deixar de usar máscaras seria um dos maiores equívocos pelo mundo afora — por outro lado, dizem mais especialistas, usá-la amplamente talvez seja um dos grandes acertos do povo sul-coreano para segurar a transmissão da infecção em seu país.
Lá na Coreia do Sul, por questões culturais, se uma pessoa dá um único espirro ou tosse, imediatamente passa a vestir máscara até para andar com o cachorro. Em tempos de coronavírus, claro que o costume se expandiu para todos os cidadãos que, por um motivo ou outro, precisaram circular por ruas e outros espaços.
Atenção, repito: não existe a menor evidência científica de que não vale a pena sair de máscara em uma pandemia na qual 78% das pessoas que passam a infecção adiante se sentem bem, obrigada, mas espalhando o coronavírus quando abrem a boca até para dizer exatamente isso: “estou bem, obrigada”.
Só pela fala, o agente causador da confusão pode flutuar no ar em partículas ainda menores do que aquelas que ejetamos quando espirramos ou tossimos — que, no início dessa pandemia, eram o foco principal das preocupações dos médicos. “Estas partículas maiores, que de fato são repletas de vírus, voam por menos tempo se comparadas às menores, que flutuam por até três horas e vão se espalhando e espalhando pelo ambiente, feito uma nuvem”, descreve o patologista Paulo Saldiva, professor da Universidade de São Paulo (USP). São detalhes, às vezes um tanto sinistros, que a ciência passa a conhecer mais profundamente agora, no que diz respeito ao novo coronavírus.
As gotículas maiores que soltamos pela boca e pelo nariz têm de 1 a 1,5 micron — micron equivale a 1 milionésimo de metro. Quando tossimos, nós as ejetamos a uma velocidade incrível de 10 metros por segundo. Não dá tempo para qualquer um sair da frente. Mas a maioria despenca no chão — ou cima do móvel, na parede, na roupa e na pele de quem estiver por perto — a 2 metros de distância. Isto é, sem aquele gesto básico de proteger a boca com o cotovelo para impedir esse jato ou parte dele.
No espirro, as gotículas grandalhonas — o que, sei, soa a contradição em termos — geralmente têm uma velocidade ainda mais impressionante de 50 metros por segundo. Mas nunca chegam nem perto disso. A maioria cai — de novo, no chão ou no que estiver por perto. Faz uma curva apontando para o solo a 1,5 metro de distância. Tosses e espirros, portanto, reforçam a recomendação de, se por acaso cruzar com alguém, manter literalmente boa distância física. Seria 1 metro, no mínimo. Ou 2 metros, o ideal.
Agora, o problema é : existem também os malditos aerossóis menores do que 1 micron. Eles se espalham por 6, 8 metros até, na tosse ou no espirro — sem a barreira de uma máscara, haja então o raio do distanciamento social! Saem também pela boca quando falamos, só que em quantidade menor, claro. Menor ainda se falamos baixo e… bem maior, se por acaso gritamos. Popular, cuspir raiva. Pior, como já foi explicado, não aterrissam depressa. Passeiam pelo ar. Em uma avenida, ao menos, um vento pode espalhar esses balões microscópicos com seus passageiros desagradáveis, dispersando-os e aliviando o risco. No entanto, no supermercado e em outros locais fechados, a história é outra… Por ali.No ar que respiramos. Por três horas.
Busquei também a opinião do biólogo molecular Luiz Gustavo Bentim Góes, do Instituto de Ciências Biomédicas da mesma USP, considerado um dos maiores estudiosos de coronavírus do país. “Se não fosse a ameaça de faltarem máscaras em situações críticas, eu diria que, sim, na situação atual todos deveriam usá-las sempre, até mesmo aquelas pessoas sem o menor sintoma. Isso certamente teria um impacto importante na transmissão”, opina.
A realidade é que qualquer barreira física ajuda a conter a covid-19 — umas mais e outras menos. Mas, para quem está sedento, ouvi, melhor um gole de água se não dá para beber o copo inteiro. Será então que o “copo inteiro” seria a famosa máscara padrão N95, que em tese não deixa passar quase nada? “Estas, para começo de conversa, serão artigos tão ou mais disputados do que ventiladores em hospitais daqui a muito pouco tempo”, afirma o professor Saldiva. E tem mais: entregar nas minhas mãos ou nas suas uma máscara profissional assim é como pedir para quem sempre dirigiu um Fusca sair acelerando uma Ferrari. Desastre na certa. Saiba: uma máscara desse padrão mal vestida dá quase na mesma do que sair de rosto nu.
A saída para quem não encontra nem sequer máscaras cirúrgicas simples ou quer deixá-las para quem mais precisa é lançar mão de versões caseiras. São extremaste úteis, sim. Não faltam tutoriais na web para produzi-las, bastando tecido e elástico. A eficácia varia conforme o pano, é verdade. “As máscaras, até mesmo as caseiras, são essenciais principalmente para quem pega transporte público. As estações de metrô, por exemplo, são ambientes em que provavelmente deve existir muito coronavírus do ar”, diz Paulo Saldiva.
Existem alguns erros graves, porém, na hora de usar uma máscara de pano qualquer. Cuidado. Um deles é ficar com qualquer máscara de tecido no rosto por muito tempo. “Depois de algumas horas, ela satura”, avisa Paulo Saldiva. Ou seja, não ajuda em mais nada. Outro é deixá-la solta na bolsa, na mala de trabalho, no bolso — isso nem pensar! “O correto é, chegando no local de trabalho, por exemplo, e se não for usá-la lá, guardar esse acessório em saco plástico”, avisa o professor.
Segundo ele, o ideal mesmo seria levar duas ou três ao sair de casa. Cada uma delas em um saco plástico bem limpo. E, desse modo, usar uma máscara para pegar o ônibus na ida e outra para pegar o ônibus na volta.
Ao chegar em casa, o acessório precisa ser imediatamente lavado. Como? Com água e sabão. “Não adianta usar a máscara de ontem, se ela não passou pela limpeza. Mas qualquer sabão dá conta de acabar com o vírus, se ele ficou retido no tecido”, garante Paulo Saldiva.
Lembre-se ainda que a máscara deve cobrir bem todo o nariz e a boca — e não tem mistério nisso, até crianças conseguiriam. Mas não adianta usá-la para descê-la ou até mesmo tirá-la na hora de falar com alguém — ao chegar no caixa da farmácia, por exemplo, se por acaso você precisar ir a uma e ele não entender o que você está dizendo. Não tire a máscara e, sim, repita a fala. Muito menos resolve vestir máscara e abaixá-la ligeiramente para cochichar nos ouvidos de quem está ao lado, como já assistimos em entrevistas coletivas na televisão. Outro mau exemplo.

PRESTES A ENCERRAR O PRAZO DE FILIAÇÃO PARTIDÁRIA O PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO JONAS CAMELO AFILIA NOVOS FUTUROS PRÉ-CANDIDATOS A VEREADORES



O começo deste mês de abril marca o encerramento de alguns prazos do calendário eleitoral de 2020 previstos na Resolução TSE nº 23.606/2019, como os que tratam da janela para trocas partidárias, do registro de estatuto de partidos e da renúncia de políticos que pretendam disputar outros cargos nas eleições deste ano.
Hoje no ultimo dia 3 de abril o pré-candidato a prefeito Jonas Camelo junto com seu futuro vice Modesio Soares deu inicio as ultimas afiliações partidárias de novos pré-candidatos a vereadores. 
                     Pré candidato a vereador Weldson
                  Pré candidato a vereador Eraldinho
Dona Vivianny

PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO JONAS CAMELO FILIA NOVAS PESSOAS PARA PLEITEAR A POLÍTICA DE 2020



Nesta sexta-feira (03) o Futuro Pré-Candidato a Prefeito do Município de Buíque Jonas Camelo Neto, ganhou novos e importantes apoios no município de Buíque, no agreste pernambucano. O empresário Sérgio Freire. Podemos comprovar seu apoio ao futuro Pré-candidato a Prefeito por meio de sua filiação partidária confirmando seu apoio nas eleições de 2020.

Bolsonaro volta a atacar governadores de todo país



O presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer nesta sexta-feira que o país não aguenta ficar três meses parado e chamou de demagogia a decisão de governadores de decretar medidas de isolamento social.
Bolsonaro ignorou os jornalistas na manhã desta sexta-feira, ao sair do Palácio da Alvorada, mas parou para conversar com apoiadores, a maioria evangélicos e comerciantes do entorno de Brasília.
“Vocês sabem meu posicionamento, não pode fechar dessa maneira. Vai trazer desemprego em massa”, disse. “A sociedade não aguenta ficar dois, três meses parada. É uma demagogia.”
Bolsonaro disse ainda que está “trazendo a opinião pública” para seu lado e, a uma apoiadora que disse a ele que estavam apenas “esperando sua voz”, respondeu: “vai chegar a hora certa”.


Banco Mundial irá liberar R$ 160 bi



O Banco Mundial informou nesta quinta-feira (2) que vai liberar 160 bilhões de dólares nos próximos 15 meses para a emergência econômica e de saúde causada pela crise do coronavírus, dos quais pelo menos 100 milhões de dólares serão destinados aos países latino-americanos.
O conselho do Banco Mundial aprovou nesta quinta “um conjunto inicial de fundo de ajuda de emergência para países em desenvolvimento”, segundo um comunicado que aponta um primeiro grupo de fundos de 1,9 bilhão dólares para 25 países.
O Banco Mundial informou que os países mais pobres são os que mais sofrem com a pandemia e que, para ajudar a enfrentar a emergência na América Latina e no Caribe, a entidade empregará recursos sob diferentes modalidades para Argentina, Bolívia, Equador, Haiti, República Dominicana, Paraguai e Panamá.
O fundo de emergência inicial para a América Latina é de US$ 100 milhões, mas vários países terão acesso a outros fundos com créditos já em andamento no banco.
A pandemia deixou pelo menos 50.000 mortes em todo o mundo, três quartos delas na Europa, desde seu aparecimento na China em dezembro, segundo uma contagem da AFP baseada em dados oficiais, até as 14H50 de Brasília desta quinta-feira.
O vírus já contaminou mais de um milhão de pessoas até agora, enquanto metade da humanidade está confinada para impedir o avanço da pandemia, que afeta drasticamente a economia mundial.