quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Paulo Câmara vai assumir governo de Pernambuco com débito de R$ 8 bilhões

O governador eleito de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), vai assumir o Estado a partir de janeiro de 2015 com um débito de mais de R$ 8 bilhões. A matéria foi ao “AR” na última sexta-feira (31) no Bom Dia Brasil da Rede Globo.
O apresentador do programa, Chico Pinheiro, chama a matéria dizendo que vários governadores vão encontrar dívidas enormes da gestão anterior, em alguns estados, falta dinheiro até pra comprar gasolina e há estados que a dívida chega a R$ 8 bilhões que é o caso de Pernambuco.
A situação ainda é pior porque os estados ainda têm outras dívidas milionárias de longo prazo, como as feitas com os bancos e com o governo federal. Dos 18 estados que apresentaram os dados ao Tesouro Nacional até agosto, 6 estão com uma dívida com o governo federal maior que quando os governadores assumiram são eles: Amazonas, Tocantins, Piauí, Ceará, Espírito Santos e Pernambuco.

Em contato com a produção do Bom Dia Brasil, o governo de Pernambuco informou que a dívida foi provocada por maiores investimentos em saúde e segurança.

Vereador Melque do Catimbau cobra paralização de Obras junto a Secretaria de Transporte de Pernambuco

O vereador Melque Bezerra (PR) do Catimbau,comparece a Secretaria de Transporte do Estado de Pernambuco na manhã da terça-feira (04), o qual foi recebido pelo senhor Celso Luiz (chefe de Gabinete do Secretário de Infraestrutura João Bosco de Almeida), juntamente com Carlos Alberto Amorim, Coordenador de Transporte e Trânsito. Durante o encontro, o secretário apresentou ao Parlamentar às dificuldades que o governo vem enfrentando para cumprir a (LRF),Lei de Responsabilidade Fiscal, e a segurou que as obras de Pavimentações do Sítio Arqueológico do Vale do Catimbau não irá estacionar, todas as Obras do Governo do Estado estão diminuindo o seu ritmo de execução, afirmando que a comunidade pode ficar confiante que em 2015 no novo orçamento público as obras será retomada a todo vapor.  

Cenário de Obras DER/PE

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Morre americana que anunciou suicídio

Do G1


A Jovem americana por nome de Brittany Maynard, que estava com um câncer em estado terminal e que tinha noticiado em redes sociais o fim à sua vida, faleceuno último sábado (1º) ao deteminar suicídio assistido. De acordo com informação confirmada através do

grupo pró-eutanásia Compassion & Choices (Compaixão e Escolhas).

'Adeus a todos os meus queridos amigos e parentes que amo. Hoje é o dia que escolhi partir com dignidade diante de minha doença terminal, este terrível câncer cerebral que tirou tanto de mim ... mas que poderia ter tomado muito mais', escreveu em uma mensagem divulgada nas redes sociais e que foi compartilhada por milhões de internautas.

Mesmo após o anúncio da decisão de sua morte, ela chegou a afirmar, na quinta-feira, que o suicídio assistido poderia ser adiado, porque ela estava se sentindo bem. “Eu ainda me sinto bem o suficiente, e ainda tenho bastante alegria. Eu ainda rio com os meus amigos e minha família, e não parece ser o momento certo agora”, disse. Neste sábado, porém, de acordo com a Associated Press, ela optou pelo suicídio assistido, em sua casa, em Oregon.

A história de Maynard chamou a atenção dos norte-americanos. Após ser diagnosticada com câncer em estágio terminal, a californiana decidiu se mudar de São Francisco para o Oregon, porque esse estado norte-americano permite o suicídio assistido para pacientes terminais. Desde então ela dedicou suas últimas semanas de vida a uma campanha para que outros que se veem diante de uma morte iminente possam usufruir do mesmo direito. Maynard foi diagnosticada em janeiro com um glioblastoma, um tumor no cérebro, e mais tarde ouviu dos médicos que só teria seis meses de vida.

  Escrito por Magno Martins, às 11h40

domingo, 2 de novembro de 2014

A gestão tampão de Lyra

Por Sheila Borges, da coluna pinga-fogo, do Jornal do Commercio

Depois de ser rifado para encabeçar a majoritária da Frente Popular, de assumir o executivo em meio ao rompimento do PSB com o PT, de entrar sem entusiasmo na campanha e, mesmo assim, ter que partir para o fronte em função da reeleição da filha, a deputada Raquel Lyra,  parece que a gestão do governado João Lyra começou agora. Coincidência ou não, é hoje que ele volta ao comando do Poder Executivo após uma rápida viagem ao exterior. Por isso, a impressão é que o mandato dele, que já era “tampão”, ficou mais curto ainda.

João Lyra tem apenas dois meses para mostrar, para dentro e para fora do governo, a sua marca. Internamente tem encontrado dificuldades, pois a gestão está engessada financeiramente. Aos mais chegados, Lyra chegou a admitir que pensou em não assumir o cargo. Afinal, sabia que o atual governo não seria o dele, mas ainda de Eduardo Campos. O ex-governador deixou as metas administrativas e financeiras definidas. Da atual equipe, Lyra só tem na sua cota cinco auxiliares. Os demais rezam pela antiga cartilha. Tanto é assim que a rádio corredor do Palácio diz que parte do secretariado já bate continência a Paulo Câmara, o herdeiro de Eduardo.

Externamente, Lyra protagonizará algumas publicidades para se mostrar à população. Nesse contexto, fará um agendão em bloco e por região para inaugurar aproximadamente 600 obras. Tudo de forma tímida, assim como começou.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Dilma pede divulgação da íntegra da delação, "sem vazamentos seletivos"

A presidente da República, Dilma Rousseff (PT), afirmou na noite desta terça-feira, em entrevista ao "SBT", que solicitará aos órgãos responsáveis a divulgação de todos os detalhes da delação premiada do doleiro Alberto Youssef, delator do esquema de corrupção na Petrobras, e do ex-diretor da empresa, Paulo Roberto Costa, para evitar, o que ela considera, "vazamentos seletivos". Ela também afirmou, na "TV Bandeirantes", que está pronta a ajudar o governo de São Paulo caso a crise de falta de água se intensifique.

Dilma disse ver com tranquilidade "quantas CPIs quiserem instaurar" e repetiu que "doa a quem doer", não ficará pedra sobre "pedra sobre pedra" nessa investigação.

A presidente afirmou que é total interesse do governo saber o que aconteceu na estatal e que ela vai se empenhar pessoalmente em acompanhar as investigações sobre o caso.


terça-feira, 28 de outubro de 2014

PMDB resiste à proposta de Dilma para reforma política

Dirigente petista Rui Falcão afirma que será preciso mobilização social para levar ideia adiante

Presidente defende consulta popular, mas partido aliado acha que a decisão deve ficar com o Poder Legislativo

GABRIELA GUERREIRO
MÁRCIO FALCÃO
RANIER BRAGON
DE BRASÍLIA

Uma das principais bandeiras do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, a sugestão de realizar um plebiscito para discutir uma reforma no sistema político já enfrenta resistência na cúpula do PMDB, maior aliado da petista no Congresso.

Os peemedebistas defendem uma reforma produzida por deputados e senadores, que, depois, passe por um referendo dos eleitores.

Em seu discurso após ser reeleita, Dilma propôs um plebiscito para que os brasileiros decidam o conteúdo da reforma. Depois, o Congresso elaboraria as mudanças.

As ressalvas começaram a surgir nesta segunda (27). Em nota, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) disse caber ao Legislativo a decisão sobre os pontos de mudança --uma vez que não há consenso sobre o que deve ser alterado nem mesmo entre congressistas.

"Entendo que o melhor caminho é o Congresso Nacional aprovar a reforma --caso contrário poderá pagar caro pela omissão-- e submetê-la a um referendo popular".

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), afirmou que a reforma política é necessária.

"Vou conversar um pouco mais, mas a tese predominante é do referendo", afirmou.

O deputado Eduardo Cunha (RJ), líder da bancada do PMDB e um dos que devem postular a presidência da Câmara a partir de 2015, também sinalizou ser contra.

"Não refuto nada previamente, tem que ver qual será exatamente a proposta, mas se for apenas uma tentativa de substituir o Parlamento por consultas populares, dificilmente será acolhida".

A ameaça de rejeição da cúpula do PMDB sinaliza que Dilma terá que reconstruir pontes com seus principais aliados no novo Congresso para não enfrentar dificuldades em matérias essenciais.

O PT avalia que recompor a base na Câmara é prioridade. Apesar de ter maioria na Câmara e no Senado, em seu primeiro mandato Dilma foi alvo de rebelião liderada pelo PMDB --o que pode voltar a ocorrer em 2015.

Nesta segunda, o presidente do PT, Rui Falcão, reconheceu as dificuldades para aprovar uma reforma política.

"Só vamos obter reforma política através de plebiscito com essas mobilizações [de movimentos sociais]. Só pelo Congresso, seja com a atual configuração, seja na futura, é praticamente impossível". Segundo ele, a reforma política e regulação dos meios de comunicação são prioridades.

Maior interlocutor do Planalto com o PMDB, o vice-presidente, Michel Temer, deve aproveitar uma reunião do partido sobre o balanço das eleições nas próximas semanas para elaborar um diagnóstico sobre a reforma, que será levado depois à Dilma.

Nas últimas discussões no Congresso, o PMDB defendeu temas incômodos e que são rejeitados pelo PT, como o fim da reeleição e o financiamento privado de campanhas.

Em 2013, o PMDB ajudou a enterrar a primeira proposta lançada por Dilma de plebiscito para a reforma, que surgiu como resposta aos protestos de junho. Apenas PT e PC do B apoiaram o texto.

Pressionada, a petista sugeriu um plebiscito para discutir mudanças no financiamento de campanhas e no sistema de votação, o fim dos suplentes no Senado, do voto secreto no Congresso e das coligações partidárias para eleições de parlamentares.

A ideia esbarrou em dois pontos básicos: nas reações de políticos que entenderam que a presidente atropelou o Congresso e na avaliação de que não haveria tempo hábil para elaborar o plebiscito.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Vereadores apresentam 143 emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2015

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Manaus – No total foram 143 emendas apresentadas pelos vereadores, conforme levantamento final realizado pela Diretoria Legislativa da Câmara Municipal de Manaus (DL/CMM) no início da tarde desta terça-feira, 20. O prazo para apresentação das propostas encerrou às 14h da última segunda-feira (19). O presidente da Casa, vereador Bosco Saraiva (PSDB) assegurou que não haverá prorrogação do prazo.
Com 35 emendas apresentadas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Projeto de Lei nº 113/2014, do Executivo Municipal, o vereador Professor Bibiano (PT), lidera o ranking na Câmara Municipal de Manaus (CMM), seguido pelos vereadores Elias Emanuel (PSB), Luís Mitoso (PSD) e Vilma Queiróz (Pros).
Entre as propostas apresentadas por Bibiano estão a que acrescenta o parágrafo único ao artigo 45 do PL, que obriga a destinação de 0,5% da receita líquida corrente do orçamento público municipal de 2015, a ser destinado para discussão do orçamento participativo com a sociedade, que será definido em audiência pública com ampla divulgação (Emenda 125/2014).
Há ainda a que acrescenta ao inciso V, ao artigo 36 ao PL, onde fica vedada à celebração de convênio, contribuição e repasses financeiros para entidades em situação irregular com o Município em decorrência de transferência feita anteriormente e para entidades ou organizações não governamentais ligados a ocupantes de cargos eletivos, cargos comissionados de primeiro e segundo escalão e seus parentes até terceiro grau (Emenda 124/2014).
O PL que trata sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) tramita na Casa Legislativa desde o dia 16 de abril deste ano. No último dia 12 de maio, a Câmara aprovou em primeira discussão os pareceres das 2ª Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) e 3ª Comissão de Finanças, Economia e Orçamento (CFEO) ao PL, e a Mesa Diretora abriu o prazo para a apresentação de emendas, conforme o Artigo 200 do Regimento Interno.
As emendas à LDO devem entrar na pauta de votação, após passar pelas comissões de Constituição e Justiça, e de Finanças, Economia e Orçamento.
A Lei de Diretrizes Orçamentárias é o principal instrumento de planejamento governamental. Além de aprovar as metas fiscais de resultado primário e de resultado nominal para o município de Manaus para o próximo exercício financeiro (2015), a LDO também elege, dentre as ações governamentais do Plano Plurianual do Município (PPA), as ações que deverão ser priorizadas no orçamento do próximo ano que deverá ultrapassar os R$ 4 bilhões.Fonte: CMM