quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Governo cria programa e vai investir 130 bilhões para a retomada de obras em todas as regiões do País


De acordo com o presidente vai ser mais de R$ 130 bilhões, um volume grande de recursos em várias áreas. Fizemos uma raio-x. de inúmeras obras que estavam paradas no Brasil. E são mais de R$ 130 bilhões que que o presidente vai investir para a retomada de obras em todas as regiões do País. Ao todo, são três mil municípios atendidos. Vamos ampliar aeroportos, incluindo pequenos terminais, vamos recuperar mais de 50 mil quilômetros de estrada, e ainda duplicar mais de 500 quilômetros de rodovias. E também estamos prevendo finalizar várias obras em ferrovias, hidrovias, portos para escoar melhor nossa produção reduzindo custos para os nossos agricultores, para não ter inflação nos alimentos brasileiros e para tornar os produtos mais competitivos lá fora. 
Saúde:
vamos construir mais de 400 creches por todo o Brasil. A gente sabe que essa é uma ação fundamental para as famílias porque o País precisa ter, os pais precisam ter onde deixar seus filhos para poder trabalhar, especialmente aquelas famílias mais pobres onde a mãe tem um emprego e precisa trabalhar tranquila, sabendo que o filho estará muito bem cuidado.  
Vamos construir mais de duas mil quadras esportivas para atender cerca de um milhão de crianças. Elas vão praticar esportes ao invés de estarem na rua. E, além disso, vamos investir também na construção das novas UPAS, as chamadas Unidades de Pronto Atendimento. E mais, notem bem, mais de duas mil Unidades Básicas de Saúde que atenderão 15 milhões de brasileiros e ajudar a desafogar os hospitais.

'Governos fecharam os olhos' para facções criminosas, diz diretor da PF

Fernando Segovia também afirmou que faltam integração e coordenação das autoridades no combate ao crime organizado


Em tom de crítica, o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Fernando Segovia, disse que "os governos fecharam os olhos" para a presença de facções criminosas e que, depois, "não houve mais como esconder".

Ele deu entrevista, nesta quinta-feira (11), à rádio CBN. "A PF está preocupada e acompanhando as facções criminosas no país. É um problema de segurança pública. Os governos fecharam os olhos para isso, passaram por uma fase de negação. No início dessas organizações, os governos e policiais negaram e depois não houve mais como esconder", disse.
Segundo ele, faltam integração e coordenação das autoridades no combate ao crime organizado. "Estruturado estamos, já temos confrontado com as maiores organizações criminosas: combater drogas, armas, desvios de recursos públicos; temos expertise nesse trabalho. Falta coordenação e integração", afirmou.
O diretor-geral da PF também foi questionado sobre a reforma da Previdência e disse que está no papel de representante da corporação defender um tratamento diferenciado a categoria nas negociações com o governo e a Câmara dos Deputados. As informações são do portal G1.
"As pessoas acham que é um privilégio, mas quando há confronto, sei do risco já corri o risco, e não tem a percepção de tomar um tiro e a atividade expões o risco de vida. sei que algumas regras estão sendo flexibilidades por isso a conversa", justificou.

Morre menina com doença rara que a envelhecia 8 vezes mais rápido

O rosto de Lucy Parker ficou conhecido na web pela raridade que sua condição representava


Amenina irlandesa, portadora de rara Síndrome chamada Hutchinson Gilford Progeria, a pequena Lucy Parker, morreu no último dia 1º, com apenas oito anos. A doença a fazia envelhecer precocemente, informou o jornal inglês Daily Mail.

O rosto de Lucy Parke ficou conhecido na web pela raridade que sua condição representava. A Progeria é uma condição rara e afeta apenas uma a cada oito milhões de pessoas e há apenas 100 casos conhecidos em todo o mundo. Para os portadores, a média de vida de 13 anos. Há raríssimos casos de pacientes que viveram até os 20 anos.
Segundo o Daily Mail, a maioria dos tratamentos se concentra na redução de complicações dos pacientes, já que 90% deles acabam morrendo por conta de aterosclerose (rigidez das artérias), que colaboram para alta incidencia de ataque cardíaco ou derrame.
Stephanie Parke, mãe de Lucy, sempre deixou claro que a garotinha era uma criança feliz. Stephanie e o marido, David Parke, têm outros três filhos (Jake, Jenny e Ben), que nasceram sem a Progeria.

Passagem de Catimbau a Buíque tem reajuste de 20%

A população do Catimbau principalmente as pessoas que não possuem transporte vem sendo explorados de forma absurda no que se tange ao aumento do preço da passagem automotivo.


Os transportes que fazem a lotação de Catimbau a Buíque cobravam o valor de R$ 5,00 na passagem, o que já era um valor auto se levado em conta a distância percorrida que é de 11km, e como se não bastasse teve um reajuste de 20%, passando dos cinco reais para R$ 6,00. Se comparado o preço da passagem de Buíque a Arcoverde que custa R$ 8,00 e é percorrida uma distancia de 27 km já da para se observar a exploração por parte dos motoristas que fazem a linha Catimbau a Buique. Ainda mais que os transportes não oferecem nenhum conforto e segurança para os passageiros. 

Caixa pode emprestar R$ 2,5 bi a Estados e municípios sem garantias da União

Banco público recebeu autorização do Tesouro para conceder empréstimos; 

operações são mais arriscadas para a Caixa


Bateria de iPhone explode na Suíça

Apple Store na Suíça é evacuada após explosão de bateria de um iPhone


O acidente aconteceu enquanto um funcionário da loja removia a bateria de um iPhone 6 Plus. O dispositivo superaqueceu e entrou em chamas, soltando grandes nuvens de fumaça.
Cerca de 50 pessoas que estavam dentro do estabelecimento, incluindo funcionários e clientes, precisaram deixar a loja. A polícia, ambulância e bombeiros foram chamados para ajudar no auxílio aos presentes.
O fogo foi rapidamente controlado com ajuda dos funcionários da loja. O rapaz que mexia no iPhone sofreu algumas queimaduras nas mãos, mas nenhum outro presente ficou ferido.

Venezuela paga US$ 262 milhões ao Brasil e evita calote

Pagamento foi acertado nesta segunda-feira (8)



A Venezuela pagou a parcela de US$ 262 milhões (cerca de R$ 850 milhões) da dívida com o Brasil, vencida em setembro, com isso, evitou a formalização de um calote.

O pagamento foi acertado nesta segunda-feira (8) e ocorreu por meio da transferência de valores que a Venezuela tem como cotista do FMI (Fundo Monetário Internacional) para o Brasil.
Todos os países que são membros do Fundo - casos de Brasil e Venezuela - têm cotas, que representam uma parcela financeira do capital total do FMI.
Essa foi a alternativa encontrada pelo Ministério da Fazenda e pelo Banco Central para viabilizar o pagamento, uma vez que a Venezuela tem contas bloqueadas nos EUA e também tem pagamentos a fazer para China, Rússia e Japão.
Na noite desta terça-feira (9), o governo brasileiro esperava superar as últimas dúvidas técnicas levantadas pelo Fed (banco central dos EUA) para consumar a transferência e, assim, trazer os recursos para o país.
Com o dinheiro, o governo pagará parcelas devidas ao BNDES, ao Credit Suisse e ao Bank of China por financiar operações de exportadores brasileiros ao vizinho, principalmente construtoras.
E, dessa maneira, evitará que os bancos acionem o FGE (fundo garantidor de exportações), obrigando o Tesouro Nacional a honrar os pagamentos da Venezuela, como já está ocorrendo com Moçambique.
No dia 15 de dezembro, o governo pagou R$ 124 milhões ao BNDES a título de ressarcimento pelo calote da primeira parcela, de US$ 22,4 milhões, de Moçambique. O total da dívida do país africano é de US$ 483 milhões (R$ 1,5 bilhão).
No caso da Venezuela, embora tenha evitado a configuração do calote neste momento, o país está longe de uma solução permanente. A segunda parcela venceu nesta segunda-feira (8) e não foi paga. Os recursos do país no FMI não são suficientes para bancar a dívida total com o Brasil.
O BNDES e bancos privados têm a receber US$ 1,5 bilhão (cerca de R$ 5 bilhões) da Venezuela -mais da metade desse valor em 2018.
Caso o país não pague, a dívida recairá sobre o Tesouro Nacional, que é o fiador das exportações por meio do FGE.
A Venezuela foi o segundo principal destino de financiamento público a obras de construtoras no exterior, executadas por empreiteiras envolvidas na Lava Jato, como Odebrecht e Andrade Gutierrez. O primeiro destino foi Angola, cuja dívida total com o Brasil soma US$ 1,97 bilhão.
Todas essas operações foram seguradas pelo FGE. Com informações da Folhapress